✨ Concorrendo ao Prêmio Destaque Literário 2025 da AILB ✨
É com o coração cheio de gratidão que compartilho essa novidade: estou concorrendo ao Destaque Literário 2025 da Academia Internacional de Literatura Brasileira (AILB), nas categorias Contos e Crônicas e Autoajuda!
📚 Essa participação representa muito mais do que um reconhecimento literário — ela celebra temas que raramente ganham espaço: maternidade no exterior, identidade migrante e a força de narrativas escritas com verdade.
📖 Por que essa candidatura importa?
Desde o lançamento de Maternidade no Exterior: Tornando-se Mãe no Estrangeiro, venho recebendo mensagens de mulheres ao redor do mundo — da Alemanha ao Japão, de Portugal à Austrália — dizendo: “era exatamente isso que eu precisava ler”.
A indicação ao prêmio reforça que escrever sobre experiências reais, com vulnerabilidade e escuta, tem poder de transformação. E mais: legitima a literatura feita fora dos grandes centros, por mães, imigrantes que vivem (e escrevem) com o coração em mais de um lugar.
🗳️ Só membros da AILB podem votar
Se você é membro da Academia e acredita na importância de vozes diversas na literatura brasileira, seu voto pode fazer toda a diferença.
⏳ A votação já está aberta!
Se você é membro da AILB e acredita em literatura com verdade e propósito, seu voto é essencial. Vamos juntas?
💫 Gratidão por cada passo dessa jornada
Obrigada a todos que têm acompanhado de perto essa caminhada — lendo, compartilhando, enviando mensagens de apoio. Cada palavra conta. Cada voto também.
E seguimos: porque maternidade, migração e literatura também são formas de resistência.
Uma cena simples com minha filha virou texto. E agora vai ser publicado na Gringa News. Falo sobre maternidade no exterior, palavras que não se traduzem e o que a tecnologia ainda não alcança: a experiência vivida.
Em um evento sobre tradições africanas, aprendi o significado de “teranga” — uma palavra senegalesa que carrega muito mais que hospitalidade.
Entre um chá gelado e um biscoito, mais um capítulo ganhou forma — desta vez sobre como migrar transforma a nossa identidade. A parentalidade é o ponto de partida, mas as perguntas vão além.
Minha filha tem dois anos. Ainda troca palavras por gestos. Mas já escuto que ela é “esperta demais”. Chamam de elogio. Mas e se for cobrança?
Com o mundo cada vez mais digital e global, me peguei perguntando: será que cultura ainda vai importar em 2125? Neste texto, compartilho uma reflexão íntima a partir de uma conversa poderosa sobre identidade, pertencimento e maternidade fora do Brasil.
No novo texto “O Amor Tem Sotaque”, a autora eu reflito sobre maternidade no exterior e o amor que atravessa idiomas, culturas e silêncios.
Reflexões sobre pertencimento & multiculturalismo a partir do webinar “Orgulho em Identidades Globais”.
É oficial! A versão em inglês do meu livro Maternity Abroad: Becoming a Mother in a Foreign Land agora está indexada no Google — com capa, sinopse, preview e link direto. Um passo a mais para tornar a maternidade imigrante mais visível no mundo.
Demorou, mas chegou! Minha página oficial de autora na Amazon está finalmente ativa — com biografia em português, inglês, espanhol e francês, e espaço para acompanhar novos livros e lançamentos.
Eu estou concorrendo ao prêmio Destaque Literário 2025 da Academia Internacional de Literatura Brasileira. Minha obra, que aborda a maternidade no exterior com verdade e sensibilidade, está indicada nas categorias Contos e Crônicas e Autoajuda. Saiba mais sobre essa conquista e como apoiar.
O livro Maternidade no Exterior agora está disponível na Livraria Tesouro, em Crissier, Suíça — um espaço acolhedor que conecta mães expatriadas com histórias que refletem suas jornadas.
Como criar filhos entre culturas sem perder a si mesma? Neste grupo de estudos da SIETAR Brasil, eu convido pais, mães e profissionais a refletirem sobre parentalidade migrante através de camadas invisíveis como pertencimento, adaptação e reconfiguração emocional.
Agora é oficial: me tornei membro da Academia Internacional de Literatura Brasileira (AILB)! Um reconhecimento à minha escrita migrante — que cruza fronteiras com afeto, identidade e pertencimento.
Escrevi e enviei um conto inédito para a coletânea da plataforma Mães que Escrevem. Um texto sobre maternidade, migração e amor com sotaque. Se não for selecionado, ele será publicado aqui no blog!
Jessica Gabrielzyk escreve sobre os momentos bagunçados, mágicos e muitas vezes mal compreendidos da vida no exterior — desde dar à luz em um hospital estrangeiro até ajudar crianças pequenas a explorarem novas culturas com lápis de cor na mão. Nascida no Brasil, ela já morou em três continentes, criou filhos em três idiomas e hoje vive na Suíça com o marido, o filho e uma cachorra que tem mais carimbos no passaporte do que muitos adultos.
Seus livros, incluindo Maternidade no Exterior, Parenting Unpacked e My First American Coloring Book, são sinceros, acolhedores e baseados em experiências globais reais. É membro orgulhosa da Sociedade para Educação, Treinamento e Pesquisa Intercultural (SIETAR) e acredita que contar histórias é a única linguagem que realmente atravessa fronteiras.
Em Dakar, um gesto simples — uma fruta compartilhada, uma ajuda inesperada — revelou uma nova forma de cuidar. Teranga, a filosofia senegalesa do acolhimento, transformou a maneira como uma mãe expatriada entende o papel da comunidade na criação dos filhos.