📚 Minha Página de Autora na Amazon Está no Ar (Finalmente!)
Depois de muita espera, alguns e-mails, e mais paciência do que eu imaginava, minha página oficial de autora na Amazon finalmente está no ar! 🎉
Demorou para ser aprovada, mas chegamos lá — e eu não poderia estar mais animada em compartilhar esse espaço com vocês.
🌍 Uma autora, quatro idiomas
A minha biografia está agora disponível em quatro idiomas — porque escrever para um mundo diverso exige acolher o público como ele é:
Português (minha língua de origem 🇧🇷)
Inglês (minha principal língua de trabalho 🌎)
Espanhol (para as leitoras queridas da comunidade latina 🇪🇸)
Francês (porque vivo na Suíça e amo o som das palavras 🇫🇷)
Essa pluralidade não é só um detalhe. Ela representa a vida que levo — e os temas que escrevo: maternidade longe de casa, identidade, adaptação e pertencimento.
📘 O que você vai encontrar por lá?
Na minha página de autora, você pode:
✅ Acompanhar meus lançamentos (como Maternidade no Exterior e Parenting Unpacked)
✅ Ler minhas descrições e biografias multilíngues
✅ Favoritar minha página para futuras novidades
✅ Deixar avaliações (o que ajuda imensamente autores independentes!)
💬 Por que isso importa?
Ter uma página ativa na Amazon é um passo simbólico. É mais do que um link — é uma casa para os meus livros, uma ponte com leitores e um marco nessa jornada de publicar histórias que acolhem quem vive entre culturas.
📲 Quer dar uma olhada?
Procure por “Jessica Gabrielzyk” no site da Amazon ou clique aqui.
Alguém disse que mulheres que se vestem de forma reveladora estão pedindo para acontecer algo com elas. Que é instinto natural do homem.
Depois de afirmar que o modelo de mentor único poderia ser um conceito ocidental, o marido de uma amiga, um diplomata suíço, desmontou meu argumento da sala de estar dele.
Em Dakar, um gesto simples — uma fruta compartilhada, uma ajuda inesperada — revelou uma nova forma de cuidar. Teranga, a filosofia senegalesa do acolhimento, transformou a maneira como uma mãe expatriada entende o papel da comunidade na criação dos filhos.
Uma cena simples com minha filha virou texto. E agora vai ser publicado na Gringa News. Falo sobre maternidade no exterior, palavras que não se traduzem e o que a tecnologia ainda não alcança: a experiência vivida.
Em um evento sobre tradições africanas, aprendi o significado de “teranga” — uma palavra senegalesa que carrega muito mais que hospitalidade.
Entre um chá gelado e um biscoito, mais um capítulo ganhou forma — desta vez sobre como migrar transforma a nossa identidade. A parentalidade é o ponto de partida, mas as perguntas vão além.
Minha filha tem dois anos. Ainda troca palavras por gestos. Mas já escuto que ela é “esperta demais”. Chamam de elogio. Mas e se for cobrança?
Com o mundo cada vez mais digital e global, me peguei perguntando: será que cultura ainda vai importar em 2125? Neste texto, compartilho uma reflexão íntima a partir de uma conversa poderosa sobre identidade, pertencimento e maternidade fora do Brasil.
No novo texto “O Amor Tem Sotaque”, a autora eu reflito sobre maternidade no exterior e o amor que atravessa idiomas, culturas e silêncios.
Reflexões sobre pertencimento & multiculturalismo a partir do webinar “Orgulho em Identidades Globais”.
É oficial! A versão em inglês do meu livro Maternity Abroad: Becoming a Mother in a Foreign Land agora está indexada no Google — com capa, sinopse, preview e link direto. Um passo a mais para tornar a maternidade imigrante mais visível no mundo.
Jessica Gabrielzyk escreve sobre os momentos bagunçados, mágicos e muitas vezes mal compreendidos da vida no exterior — desde dar à luz em um hospital estrangeiro até ajudar crianças pequenas a explorarem novas culturas com lápis de cor na mão. Nascida no Brasil, ela já morou em três continentes, criou filhos em três idiomas e hoje vive na Suíça com o marido, o filho e uma cachorra que tem mais carimbos no passaporte do que muitos adultos.
Seus livros, incluindo Maternidade no Exterior, Parenting Unpacked e My First American Coloring Book, são sinceros, acolhedores e baseados em experiências globais reais. É membro orgulhosa da Sociedade para Educação, Treinamento e Pesquisa Intercultural (SIETAR) e acredita que contar histórias é a única linguagem que realmente atravessa fronteiras.
Isso é o que descobri depois de quase dez anos na Austrália e uma pandemia sobre o meu sotaque.