Hoje vivi um daqueles momentos que aquecem o coração de qualquer autora: ver meu livro Maternidade no Exterior: Tornando-se Mãe no Estrangeiro em destaque na charmosa Livraria Tesouro, em Crissier, Suíça. Um café literário acolhedor, onde histórias ganham vida entre livros e cafezinhos.
Foi mais do que uma visita — foi um encontro com leitores e leitoras que vivem as alegrias e os desafios da maternidade longe de casa. Entre conversas, café e afeto, falamos sobre identidade, pertencimento e tudo que atravessa a maternidade expatriada.
✨ Ver o livro ali, lado a lado com obras que também acolhem e transformam, foi como um abraço para essa jornada que começou sozinha — e hoje é compartilhada por mães e pais em mais de 13 países.
📍 Onde encontrar?
O livro já está disponível para compra diretamente na Livraria Tesouro em Crissier — e é possível adquiri-lo presencialmente ou sob encomenda.
💬 Vamos conversar?
Você já leu Maternidade no Exterior? Passou pela livraria? Me conta aqui nos comentários — ou marque o perfil da Livraria Tesouro se for visitá-los!
Gravei um podcast ontem e não consigo parar de pensar num momento específico. Me perguntaram por que me mudo tanto. A resposta honesta soou como uma confissão de vício.
Isso é o que descobri depois de quase dez anos na Austrália e uma pandemia sobre o meu sotaque.
Alguém disse que mulheres que se vestem de forma reveladora estão pedindo para acontecer algo com elas. Que é instinto natural do homem.
Depois de afirmar que o modelo de mentor único poderia ser um conceito ocidental, o marido de uma amiga, um diplomata suíço, desmontou meu argumento da sala de estar dele.
Em Dakar, um gesto simples — uma fruta compartilhada, uma ajuda inesperada — revelou uma nova forma de cuidar. Teranga, a filosofia senegalesa do acolhimento, transformou a maneira como uma mãe expatriada entende o papel da comunidade na criação dos filhos.
Uma cena simples com minha filha virou texto. E agora vai ser publicado na Gringa News. Falo sobre maternidade no exterior, palavras que não se traduzem e o que a tecnologia ainda não alcança: a experiência vivida.
Em um evento sobre tradições africanas, aprendi o significado de “teranga” — uma palavra senegalesa que carrega muito mais que hospitalidade.
Entre um chá gelado e um biscoito, mais um capítulo ganhou forma — desta vez sobre como migrar transforma a nossa identidade. A parentalidade é o ponto de partida, mas as perguntas vão além.
Minha filha tem dois anos. Ainda troca palavras por gestos. Mas já escuto que ela é “esperta demais”. Chamam de elogio. Mas e se for cobrança?
Ruth Van Reken será palestrante principal na Conferência SIETAR Brasil 2026 nos dias 22 e 23 de outubro em São Paulo. E eu vou estar apresentando lá também!